E estando nós vestidos de amarelo
veio do cais certo dia ao mar fendido,
vago e leve, de aspecto indefinido
tão quase nós de tímido e singelo.
E ao céu de desembarque e de atropelo
em sangue e quase pássaro ferido,
uma canção havíamos pedido,
um som qualquer, de flauta ou violoncelo.
Nós gostamos de música e de dança,
vivemos de canções e de esperança
se não dormidos de ópio e de morfina.
E era de vez, os bonzos de mãos dadas
com os limpa-chaminés em mascaradas,
nos ângulos sem luz de um cais da China.
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